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Índice FipeZAP mantém ritmo de alta e avança 0,45% em setembro

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Com base no comportamento dos preços de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP registrou um aumento de 0,45% em setembro de 2023, resultado próximo ao de agosto (+0,44%). O incremento mais expressivo se deu entre imóveis com um dormitório (+0,54%), contrastando com a alta relativamente menor no valor de unidades dotadas de dois dormitórios (+0,38%).
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Imagem de Freepik

Entre as capitais, Vitória, Maceió, João Pessoa, Goiânia e Florianópolis lideraram a valorização mensal

Análise do último mês

Com base no comportamento dos preços de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP registrou um aumento de 0,45% em setembro de 2023, resultado próximo ao de agosto (+0,44%). O incremento mais expressivo se deu entre imóveis com um dormitório (+0,54%), contrastando com a alta relativamente menor no valor de unidades dotadas de dois dormitórios (+0,38%).

Comparativamente, o IGP-M/FGV exibiu uma inflação de 0,37% em setembro, enquanto a prévia do IPCA/IBGE, dada pelo IPCA-15/IBGE, destacou uma inflação ao consumidor de 0,35% no período.

Em termos de abrangência geográfica, a alta mensal nos preços residenciais foi observada em 43 das 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Venda Residencial, incluindo 14 das 16 capitais que integram essa lista: Vitória (+1,70%); Maceió (+1,25%); João Pessoa (+1,19%); Goiânia (+1,16%); Florianópolis (+1,13%); Manaus (+0,87%); Curitiba (+0,76%); Belo Horizonte (+0,65%); Campo Grande (+0,54%); São Paulo (+0,45%); Brasília (+0,45%); Salvador (+0,35%); Rio de Janeiro (+0,24%); e Porto Alegre (+0,13%). Contrapondo-se à tendência de valorização entre as capitais, houve recuo nos preços em Recife (-0,24%) e Fortaleza (-0,06%).

Balanço parcial de 2023

Com base nos últimos números, divulgados o Índice FipeZAP de Venda Residencial passa a acumular uma alta de 3,88% no balanço parcial de 2023%, superando a variação registrada pelo IGP-M/FGV no ano (-4,93%), bem como a inflação ao consumidor, calculada a partir do comportamento observado até agosto e a prévia de setembro do IPCA/IBGE* (+3,59%).

A valorização dos imóveis residenciais entre janeiro e setembro de 2023 foi compartilhada por 46 das 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Venda Residencial, incluindo todas as 16 capitais anteriormente mencionadas: Maceió (+12,61%); Goiânia (+10,00%); Florianópolis (+9,99%); Campo Grande (+9,68%); Manaus (+6,75%); Belo Horizonte (+6,65%); Salvador (+6,35%); João Pessoa (+6,31%); Fortaleza (C4,85%); Curitiba (+4,50%); Recife (+3,76%); São Paulo (+3,71%); Brasília (+1,16%); Vitória (+1,16%); Rio de Janeiro (+1,06%); e Porto Alegre (+0,26%).

Análise dos últimos 12 meses

O Índice FipeZAP acumula uma alta nominal de 5,29% nos últimos 12 meses encerrados em setembro de 2023, superando o comportamento do IGP-M/FGV (-5,97%) e, de forma marginal, a variação acumulada pelo IPCA/IBGE* (+5,28%) nesse intervalo temporal.

A valorização foi mais acentuada, também neste caso, entre imóveis residenciais com um dormitório (+6,60%), contrastando com a alta menos expressiva entre unidades com quatro ou mais dormitórios (+4,00%). Individualmente, 49 das 50 cidades acompanhadas registraram aumentos de preço, incluindo as seguintes capitais: Maceió (+17,62%); Campo Grande (+15,93%); Goiânia (+15,28%); Florianópolis (+13,05%); Manaus (+10,70%); Vitória (+8,26%); Recife (+8,15%); João Pessoa (+7,93%); Belo Horizonte (+7,66%); Curitiba (+7,10%); Fortaleza (+6,78%); Salvador (+5,67%); São Paulo (+5,16%); Porto Alegre (+1,37%); Rio de Janeiro (+1,23%); e Brasília (+0,54%).

Preço médio de venda residencial

Com base na amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em setembro de 2023, o preço médio calculado para as 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP foi de R$ 8.622/m². Imóveis com um dormitório se destacaram pelo preço médio de venda relativamente mais elevado (R$ 10.179/m²), contrastando com o menor valor de unidades com dois dormitórios (R$ 7.750/m²).

Entre as capitais monitoradas, Vitória (ES) apresentou o valor médio por metro quadrado mais alto na amostra mensal (R$ 10.806/m²) seguida por São Paulo (R$ 10.575/m²); Florianópolis (R$ 10.556/m²); Rio de Janeiro (R$ 9.953/m²); Curitiba (R$ 8.930/m²); e Brasília (R$ 8.889/m²). Comparativamente, entre as capitais monitoradas com menor preço médio amostral, destacaram-se: Campo Grande (R$ 5.731/m²); João Pessoa (R$ 5.743/m²); Salvador (R$ 5.886/m²); Manaus (R$ 6.241/m²); e Porto Alegre (R$ 6.556/m²)

Nota: (*) informação de setembro/2023 corresponde à variação mensal do IPCA-15 (IBGE), adotado como uma prévia para inflação ao consumidor medida pelo IPCA (IBGE)

Fonte: Informe de Setembro de 2023 | Índice fipezap

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